CONHEÇA A HISTÓRIA DO BARAÚNAS - O MAIS QUERIDO DE MOSSORÓ

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quinta-feira, 2 de julho de 2009

HISTÓRICO DO BARAÚNAS

O MAIS QUERIDO DE MOSSORÓ”
“O TRICOLOR DO OESTE POTIGUAR”
“O LEÃO DO OESTE”


Participou da Taça de Prata, ATUAL SÉRIE “B” : 1980, Taça de Bronze 1981, ATUAL SÉRIE “C”; Segunda Divisão – ATUAL SÉRIE “B”: 1982 e 1989 ;Terceira Divisão 1998, 2004 e 2007
Copa do Brasil: 2005 - 8º colocado; 2006, passou para a segunda fase, vencendo o Vitória da Bahia, em Mossoró e em Salvador, pelo placar de 2xl, mas perdeu a vaga no tapetão; 2008, não passou para a segunda fase, empatou em Mossoró para o Criciúma e perdeu no jogo da volta; Copa do Nordeste em 1999, Campeonato estadual: 1976 até a presente data. Sendo licenciado por duas vezes. Copa RN 2004, 2005, 2006, 2007. TAÇA CIDADE DE NATAL: 2008. Portanto o Baraúnas já participou de oito campeonatos Brasileiro, sendo três série B: 1980, 1982 e 1989 e de cinco SÉRIE “C”: 1981, 2004,2005, 2006 e 2007, estando atualmente na SÉRIE “D”, não tendo participado de nenhuma partida nessa competição, tendo em vista que foi criada em 2008.

MASCOTE - LEÃO













rigem- Segundo Aurélio Buarque de Holanda Ferreira, no seu Dicionário Escolar da Língua Portuguesa: “arvore da família das leguminosas” (Melanoxylon braúna) que vive em floresta pluvial. Folhas com muito folíodos, flores amarelas, vistosas, reunidas em inflorescências recemosas; os frutos são legumes largos com endocarpo revestindo as sementes ao jeito de asas. Madeira quase negra, extremamente dura, é usada em obras externas e hidráulicas. No nordeste do Brasil: árvore anacardiácea (Schinopsis brasiliensis), muito comum na caatinga, onde atinge até 12 metros de altura. Folhas aromáticas, ramos espinhosos, flores alvas, muito pequenas; o fruto é alado, e a madeira, duríssima, serve para dormentes).



O PORQUE DO NOME BARAÚNAS

Os primeiros habitantes do local, onde surgiu, posteriormente a cidade, à margem esquerda do Rio Apodi, que a corta, eram representados por indígenas da tribo MONXORÓS (que deu origem ao nome MOSSORÓ), cujo cacique recebia a denominação de “BARAÚNAS” Por ocasião do início do ano de 1924, ao se aproximar o período dedicado ao carnaval, o Sr. Vicente Eufrásio, por demais identificado a este tipo de evento, residente no populoso bairro Doze Anos, fundou o bloco denominado de “BARAÚNAS”, em homenagem ao cacique que dirigia a tribo Monxorós, cujas cores eram; verde, vermelho e branco. O citado bloco carnavalesco, participou da folia momesca, deste período até a década de 1980, quando foi extinto o carnaval de rua em Mossoró.

HISTÓRICO


ASSOCIAÇÃO CULTURAL E ESPORTE CLUBE BARAÙNAS, FUNDADA EM 14 DE JANEIRO DE 1960, entidade reconhecia de utilidade pública pela lei estadual nº 4268/73 e pela lei municipal nº 60/63, hoje com escritório funcionando na Rua João da Escócia, nº 16 no estádio prof. Manoel Leonardo Nogueira, no bairro de Nova Betania,nesta cidade.CNPJ nº 08079/0001-82, e com seu Centro de Treinamento localizado no sítio Alagoinha, município de Mossoró.
Porém aproveitando minha grande paixão pelo BARAÚNAS e a grande felicidade que estou vivendo atualmente tendo em vista as últimas belíssimas conquistas do Leão do Oeste, como campeão estadual e bi campeão da Copa RN, além de três participações da Copa do Brasil, sendo que em 2006 chegou as oitavas-de final, se tornando o único time potiguar com essa marca como também pelo transcurso de seu IL aniversário (XIV-I-MCMLX A XIV-I-MMIX), que transcorreu no próximo dia 14 de janeiro de 2009-QUINTA-FEIRA, elaborei esta reportagem denominada de BARAÚNAS, 49 ANOS, cuja pesquisa foi feita com muito amor e carinho, uma prova de minha grande paixão por essa equipe de futebol de Mossoró. Para mim não existe Fluminense, Flamengo, Corinthians, São Paulo, Palmeiras, nem mesmo a Seleção Brasileira é igual este time, Meu coração só tem espaço para o Baraúnas, depois vem o Fluminense do Rio de Janeiro. Eu amo o Baraúnas, eu sou tricolor de coração. Já são mais de três décadas que sou apaixonadíssimo pelo LEÃO DO ESTE, com certeza na maior parte dessa longa viagem consegui mais lágrimas do que sorrisos. Mais nos últimos três anos, felizmente aconteceram mais sorrisos do que lágrimas, principalmente depois da conquista do 1º título estadual no ano de 2006.


OU B A R A Ú N A S de “carteirinha”, “ Sou baraunense até morrer”. Sempre eu hei de ser tricolor. Na vitória e na derrota. Meu coração possui as cores: VERDE, BRANCA e VERMELHA. Eu sou Baraúnas e sempre vou gritar, gritar, gritar até o peito me doer. Sou tricolor de coração. Comecei a torcer pelo Baraúnas no ano de 1972, com 11 anos de idade. Nem sequer entendia de futebol, porém, meus colegas do sítio Picada I, no município de Mossoró, eram todos torcedores do Potiguar, daí resolvi ser contra a eles e passei a gostar do Baraúnas. Esse gostar foi crescendo, crescendo, crescendo, e logo se tornou um fanatismo e posteriormente virou uma obsessão. Em 1976 já entendendo um pouquinho de futebol e o meu amor pelo Leão do 0este já era enorme, do ponto de sofrer e chorar, tantos nas vitórias, como nas derrotas, principalmente nas derrotas, já que em sua primeira participação no Campeonato Estadual do Rio Grande do Norte, o meu querido e amado tricolor mossoroense já dava dor de cabeça a sua torcida, começando em sua estréia em 7 de julho de 1976 quando sofreu sua primeira derrota para o Potyguar de Currais Novos, pelo placar de 2x1, no Estádio Cel José Bezerra. Mas como time estreante até que não foi tão mal assim, em 20 jogos pelo Campeonato Norte-rio-grande de 1976, o tricolor da 12 anos conquistou 9 vitórias, 3 empates e 8 derrotas, marcou 21 gol’s e sofreu 30, registrando assim um saldo negativo de 9 gol’s, conquistando a quarta colocação. Lembro-me que no campeonato de 1977 o mais querido de Mossoró passava por uma grande crise financeira e tinha que jogar em Natal contra o Ferroviário, mas devido à falta de dinheiro o tricolor mossoroense corria o risco de não viajar até a capital espacial do Brasil. Na resenha Esportiva da Rádio Difusora, apresentado ao meio dia, dava conta que o Baraúnas, ainda não tinha conseguido a grana para arcar com as despesas de viagem dos jogadores até Natal, e o supervisor do clube, senhor Necildo Diniz falou na Difuzora dizendo que era pensamento da diretoria tricolor de passar um telegrama para a FNF o licenciamento do BARAÚNAS do campeonato. Aí não me agüentei e chorei bastante. Já na resenha esportiva das 18 horas veio o alívio, o Baraúnas havia viajado para Natal para enfrentar o FERRIM natalense. Se antes do jogo eu havia chorado de tristeza, depois do jogo, chorei de alegria, o meu querido tricolor derrotou o Ferrovário pelo placar de 3x0.
Em 9 de julho de 1977, eu contava 16 anos de idade, e tive a felicidade de ver pela primeira vez o Baraúnas jogando. Foi no Nogueirão, pelo campeonato estadual, contra o Corinthians de Caicó, e infelizmente o meu Leão do Oeste perdeu o jogo por 1x0. Naquela época não existia o anel de arquibancada, apenas existia um lance de arquibancada em frente as cabines de rádio, as quais foram demolidas posteriormente para dá lugar as atuais.
Não nego para ninguém, já chorei muito por causa do BARAÚNAS, na maioria das vezes, mas confesso que já derramei muitas lágrimas de alegria, as mais recentes foram: 31 de outubro de 2004, com a vitória pelo placar de 2x0 diante de seu maior rival, o Potiguar, pela decisão da 1ª COPA RN; 20 de março de 2005, quando o meu querido Baraúnas venceu o todo poderoso Vasco da Gama em Companhia, com Romário de Souza Farias (29/01//1966) em pleno São Januário, jogo válido pelas oitavas de finais da Copa do Brasil e a mais recente foi no dia 9 de abril de 2006, mesmo com uma derrota de 3x1 para o Potiguar, na decisão inédita. Nesse jogo descobri uma coisa: Jamais um ser humano morrerá de tristeza e sofrimento, mas facilmente poderá morrer de alegria e felicidade, digo assim porque naquele fim de tarde e início de noite histórica para o futebol mossoroense pensei que iria morrer de infarto quando o Baraúnas jogava por um empate e uma derrota até por 2x0 e logo nos primeiros 30 minutos do primeiro tempo o Potiguar já vencia o jogo pelo placar de 2x0. Não agüentei e sai do estádio, ficando bem longe, nem sequer ligava o rádio, daí ouviu a explosão do lado da torcida tricolor, assim criava um pouco de alegria e pensava foi um gol do Baraúnas, mas não era, até que 16 minutos do 2º tempo a torcida tricolor explode no estádio, dessa vez, foi gol, corri e adentrei no Nogueirão, mais logo veio o azar, o Potiguar fazia o 3º gol. Novamente sai do estádio e fiquei sentado nas imediações, com vontade de ir embora, mas ainda existia um pouquinho de esperança que o Baraúnas iria ser campeão e ficava com o coração tempo de sair pela boca ou morrer de infarto, só imaginava no quarto gol do Potiguar. As esperanças já estavam esgotadas mas a fé em Deus era grande. Talvez, em quanto os torcedores ridicularizavam o Juiz Charles Eliont e os jogadores do nosso próprio time, eu estava lá fora do Estádio pedindo a Deus que fizesse com que o Baraúnas não sofresse o quarto gol de maneira alguma ou se não marcasse seu 2º gol para acabar com o sofrimento da torcida tricolor. O árbitro safado parece-me que era torcedor do Potiguar deixou que o jogo fosse até aos 57 minutos. Como não estava com o rádio ligado, de repente ouviu novamente a explosão da torcida tricolor, logo imaginei foi um gol do Baraúnas, mas perguntei a um torcedor se tinha sido gol tricolor, daí ouvi a resposta – Não, o jogo terminou. Vitória do Potiguar por 3xl, mas quem foi campeão foi o Baraúnas. Foi à melhor derrota de minha vida. Nosso time podia perder por dois gol’s de diferença e ainda era campeão, tendo em vista a boa campanha tricolor em todo decorrer do campeonato, com 33 pontos, enquanto, o Potiguar conquistou 30 pontos. Ah! meu querido DEUS, novamente choro, dessa vez, não de tristeza e sim de ALEGRIA, pela primeira vez pude gritar BARAÚNAS CAMPEÃO DO CAMPEONATO ESTADUAL.

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Jose Maria das Chagas, nasci no sítio Picada I. em Mossoró-RN,filho do assuense MANUEL FRANCISCO DAS CHAGAS e da mossoroense LUZIA FRANCISCA DA CONCEIÇÃO, com 14 irmãos. Ingressei nas fileiras da gloriosa e amada Polícia Militar do Rio Grande do Norte no dia II-VII-MCMLXXX com o número 80412. Casei-me em XV-IX- MCMLXXXIII com a apodiense MARIA ELIETE BEZERRA (XXIII-VIII-MCMLXIII), pai de 5 filhos: PATRÍCIA ( NASCIDA A XVII - VIII - MCMLXXXIII FALECIDA EM VIII - XI - MCMLXXXV), JOTAEMESHON WHAKYSHON (I - X - MCMLXXXVI), JACKSHON (FALECIDO) E MARÍLIA JULLYETTH (XXIX - XI - MCMXC).Atualmente convivo com outra apodiense KELLY CRISTINA TORRES (XXVIII-X - MCMLXXVI), pai de JOTA JÚNIOR (XIV - VII - IMM). JÁ PUBLIQUEI TRÊS TRABALHOS: CHIQUINHO GERMANO -A ÚLTIMA LIDERANÇA DOS ANOS 60 DO SERTÃO POTIGUAR, COMARCA DE APODI EM REVISTA e A HISTÓRIA DA COMPANHIA DE POLÍCIA MILITAR DE APODI

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